Sindicato da Guarda Portuária no Estado do Espírito Santo

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13

jun 2017

Trabalhadores dos portos aprovam participação em greve geral convocada por Centrais

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http://www.fnportuarios.org.br/wp-content/uploads/2017/06/WhatsApp-Image-2017-06-12-at-11.52.45-1.jpegAs três federações, FNP, FNE e Feccovib, reuniram as categorias em Plenária nacional nesse final de semana, dias 10 e 11, em Recife. A principal discussão das categorias portuárias girou em torno das reformas trabalhista, previdenciária, terceirização e privatização. A pauta causa preocupação aos trabalhadores e as entidades sindicais em relação aos direitos e conquistas da luta nos portos.

Por isso, o encaminhamento central da Plenária foi à participação dos trabalhadores e trabalhadoras dos portos no dia da greve geral convocada pelas centrais sindicais, a principio,  para o dia 30 de junho.

Para reforçar o debate sobre a Reforma Trabalhista e da Previdência, foi convidada a especialista do Dieese, Jackeline Natal. Ela apresentou a atual conjuntura econômica e os impactos que as reformas podem causa no âmbito do trabalho. Para saber mais sobre a apresentação acesse aqui.

“Na avaliação da Conjuntura feia pelo DIEESE ficou evidente que as reformas da Previdência e da CLT. é um ataque frontal ao trabalho no Brasil, é praticamente o fim da aposentadoria. Por isso ficou aprovada a participação na Greve Geral do dia 30, vamos juntos combater esta agenda que prejudica a nossa classe social”, avalia o presidente da FNP, Eduardo Guterra.

A Plenária avaliou a participação das categorias na greve geral do último dia 28 de abril. Os trabalhadores e trabalhadoras foram elogiados pelas federações que por sua vez, reforçaram a importância de estarem unidos ao lado de toda a classe trabalhadora contra toda retirada de direitos.

Outro assunto debatido foi sobre alterações no Decreto 8033/2013 que dispõe sobre a exploração nos portos organizados e instalações portuárias. A plenária repudiou qualquer alteração na Lei 12.815 que venha a prejudicar as atividades portuárias. Como também a intenção do governo em privatizar as Companhias Docas.

“Fizemos uma avaliação das garantias que conquistamos na aprovação da lei 12.815 e sem dúvidas alguma, foram muitas. E isso, foi resultado da nossa unidade, luta e o trabalho no Parlamento que evitou um ataque aos trabalhadores nos portos brasileiro. Por isso devemos repudiar qualquer tentativa que possa nos dividir e prejudicar nossa luta”, ressalta o presidente.

Também foi discutida a privatização das Administrações Portuárias. Um plano de lutas está em andamento, se isso for realmente confirmado e greve nacional.

No encontro também foi debatido sobre a possível criação de uma quarta federação para representar as categorias dos portos. Os trabalhadores e trabalhadoras estranharam a proposta por entender que isso segregará a luta portuária e lançaram um manifesto contra a criação da entidade. Veja o manifesto aqui.

Fonte: FNP

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